APAE de Franca
Início como procuradora jurídica da APAE de Franca, defendendo direitos individuais e coletivos de pessoas com deficiência.
Candidata a Deputada Estadual · Republicanos · SP
Em defesa das APAEs e de quem faz a inclusão acontecer todos os dias.
Assista ao vídeo e conheça minha trajetória, minhas inspirações e o compromisso que me move todos os dias.
Natural da Bahia, Cristiany construiu em Franca sua trajetória, formada em Direito, Cristiany transformou uma vocação técnica em um projeto de vida: garantir que as pessoas mais silenciadas do Brasil sejam ouvidas nas mesas onde as decisões são tomadas.
Início como procuradora jurídica da APAE de Franca, defendendo direitos individuais e coletivos de pessoas com deficiência.
Primeiro mandato como presidente da FEAPAES-SP. Ampliação do repasse estadual e capacitação da rede.
Segundo mandato na presidência. Criação do Fundo de Projetos, com mais de R$ 8 milhões em ações locais.
Secretária-executiva da Frente Parlamentar em apoio às APAEs. Criação da UniAPAE.
Toma posse como presidente da FEAPAES-SP pela terceira vez, assessorando 307 APAEs e mais de 70 mil pessoas atendidas.
Recebe o título de Cidadã Francana pela Câmara Municipal de Franca em sessão solene.
Proposta encabeçada por Cristiany passa a ser debatida no Senado Federal após 20 mil apoios cidadãos.
Candidatura a Deputada Estadual pelo Republicanos · SP — coligada oficialmente junto ao partido.
Como procuradora jurídica da APAE de Franca e depois da FEAPAES-SP, conheceu por dentro a máquina que sustenta 307 instituições e mais de 70 mil pessoas atendidas. Como presidente da federação por dois mandatos, negociou com governadores, presidiu conselhos e consolidou a rede como interlocutora obrigatória do Estado.
Em 30 de janeiro de 2024 tomou posse como presidente da FEAPAES-SP pela terceira vez, consolidando duas décadas de atuação em Franca e referência nacional na pauta da inclusão. Em 2026, chega à candidatura oficial para Deputada Estadual com rede ampla, causa madura e reconhecimento institucional — do interior paulista ao Senado Federal.
Não são promessas. São entregas construídas em quinze anos de trabalho técnico e institucional pela rede de assistência às pessoas com deficiência em São Paulo.
Seis frentes de trabalho já iniciadas na sociedade civil e que serão levadas para dentro da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Garantia de acesso à educação, saúde, trabalho e assistência — com financiamento estadual estável para a rede APAE e serviços especializados em todos os 645 municípios paulistas.
Fim da falsa dicotomia entre escola regular e especializada. Recursos, salas de recursos e formação continuada para professores — a criança no centro, não a burocracia.
Rede de apoio, respiro para famílias, políticas de saúde mental para mães atípicas e proteção contra a violência institucional que ainda atinge essa população.
ONGs, APAEs e institutos são a espinha dorsal da assistência que o Estado não entrega sozinho. Marco regulatório claro, previsibilidade orçamentária e prestação de contas rigorosa.
Ampliação do teste do pezinho no SUS-SP, diagnóstico precoce de deficiências e doenças raras, e habilitação garantida sem lista de espera de anos.
Fim da concentração de recursos na capital. Cidades médias e pequenas precisam de equipamentos, transporte adaptado e políticas próprias — não migalhas.
A proposta encabeçada por Cristiany, voltada à ampliação dos direitos das pessoas com deficiência intelectual, atingiu mais de 20 mil apoios cidadãos em junho de 2026 e passou a ser oficialmente debatida no Senado.
Um movimento que começou nas APAEs paulistas e chegou a Brasília — construído do interior para o país, sem estrutura partidária tradicional.
Aceitei este desafio a pedido de lideranças de todo o estado de São Paulo que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência — e que não se sentem representadas no legislativo paulista.
Durante mais de quinze anos, atendi famílias que chegavam desesperadas à APAE porque o Estado havia dito não. Não à vaga na escola. Não ao transporte. Não à terapia. Não ao remédio. Não à dignidade. E aprendi uma coisa: as pessoas com deficiência não precisam de piedade. Precisam de direitos garantidos e de gente que ocupe as cadeiras certas para garanti-los.
Nosso objetivo é dar voz — e principalmente poder de voto — a pautas que dizem respeito a milhões de brasileiros que, por muitas vezes, são postos à margem. Se não fosse pelas instituições sociais, o cenário seria ainda pior. Mas o setor público não pode continuar terceirizando a inclusão para a boa vontade da sociedade civil.
Esta candidatura não é sobre mim. É sobre a família na fila de habilitação. Sobre a mãe atípica que perdeu o emprego para cuidar de um filho. Sobre o professor sem formação. Sobre a APAE do interior que fecha as portas por falta de repasse. Convido você a caminhar comigo.
Reuniões, audiências públicas, visitas às APAEs do interior e articulação com autoridades. Uma amostra dos últimos meses de agenda.





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